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E de repente tudo ficou vermelho e se tornou um mistério... PDF Imprimir E-mail
Por Administrator   
13 de abril de 2009

Por Cristiane para o Site do CUB

 

 

São João da Boa Vista - SP

 

Chamo-me Cristiane, sou formada em sociologia, e tenho 33 anos.

Acostumada com o pragmatismo e cética por natureza, não estaria escrevendo para vocês se não tivesse uma dúvida muito séria com relação a um fato ocorrido há dezoito anos.

Entre os anos de 1991 e 1992, não sei precisar exatamente a data, eu e meu namorado de então, presenciamos um fato muito estranho.

Naquela época vivia em São João da Boa Vista interior do estado de São Paulo, cidade aos pés da serra da Mantiqueira, era por volta de 21h: 45min e o horário é mais fácil saber precisar, porque naquela época era ainda adolescente e tinha que voltar para casa antes das dez horas da noite, e descíamos o morro da Igreja do Perpétuo Socorro pela Rua Adhemar de Barros quando, de repente, tudo ficou vermelho!

Não sei descrever de outra maneira.

Num segundo, ou no intervalo de tempo necessário para piscar os olhos por duas ou três vezes, tudo à minha frente ficou na cor de vermelho sangue, não apenas os objetos, como também a própria atmosfera à minha frente, como se tivesse colocado óculos de lentes vermelhas.

Naquele segundo minha mente pensou rápido. Imaginei inicialmente que tinha sido atropelada, já que isso aconteceu precisamente quando atravessávamos a rua, pensei: "Meu Deus! Nem senti o impacto e o vermelho que estou vendo deve ser meus globos oculares cheios de sangue!"

Mas percebi imediatamente que não podia ser isso, então pensei que talvez tivesse sido atingida por um raio, mas tão logo a visão em vermelho passou, vi que ainda estava no mesmo lugar, de pé e consciente sem qualquer dor, nem nada que indicasse um raio! Além disso, não havia sinal de tempestade por perto, nem estrondo de trovão.

A única sensação que tive foram tremores nas pernas por causa do susto que levei.

Tão logo o vermelho passou olhei para o meu namorado, ele estava atônito, assustado, pois também tinha visto a mesma coisa!

Perguntei: - Você viu isso?
Ele respondeu: - Vi! Tudo ficou vermelho!

Olhamos ao redor a procura de algo que pudesse explicar aquilo, mas não havia ninguém na rua, nem algum ponto luminoso que pudesse ter irradiado sobre nós, ou alguma luz que nos fizesse enxergar tudo em vermelho.

Essa rua fica no centro da cidade e não há casas por ali, apenas estabelecimentos comerciais e todos estavam fechados àquela hora da noite. Lembro de ter olhado para cima, mas as luzes da rua não me deixaram ver se havia estrelas ou nuvens carregadas.

Conversamos longamente sobre o ocorrido, aventando a possibilidade de um raio ter caído por perto, mas chegamos à conclusão de que não poderia ser isso, pois nem eu, nem ele tivemos qualquer sensação física além da visão em vermelho, nem ouvimos som algum de trovão.

Se isso tivesse acontecido recentemente, pensaria naquelas lanternas de laser que são vendidas em qualquer loja de badulaques, mas no início dos anos 90 esses brinquedos não existiam e mesmo que existissem, ficaria difícil imaginar que alguém tenha emitido quatro feixes de laser direta e precisamente sobre os meus olhos e os do meu namorado e ao mesmo tempo.

Foi como se tivéssemos sido banhados por inteiro por um raio de luz vermelho intenso. A coisa mais próxima disso que conheço são aquelas salas de revelação de filmes com lâmpadas infravermelhas.

Não sei dizer o que foi não vi nenhum objeto voador não identificado, nem ouvi qualquer som.

Pesquisei sobre isso e descobri que o fenômeno sprit emite um raio de carga neutra que pode ser em tom avermelhado, mas que geralmente ocorre a cinqüenta metros do chão, ou no topo de montanhas. Nós estávamos precisamente aos pés de um morro, num lugar urbanizado, cercado de edifícios e minha cidade não chega a 1000 metros de altitude em relação ao nível do mar.

Também não foi fogo fátuo, pois estávamos sobre o asfalto. Nem foi a explosão de uma lâmpada de rua, ou de caixa de força, pois todas elas estavam brilhando normalmente ao ponto de não poder ver as estrelas do céu e repito, não ouvi som algum.

Não foi uma queda súbita de energia, pois neste caso nós veríamos tudo imergir na escuridão... Todas essas explicações já foram pensadas por mim e pelas pessoas a quem relatei o caso e nenhuma delas combina com o que nos aconteceu.

A coisa mais próxima disso que conheço, são os relatos dos avistamentos de Colares que li recentemente numa página da Internet, onde pessoas disseram terem sido vítimas de um feixe de luz vermelha intensa, mas não me lembro de ter notado qualquer mancha de queimadura no meu corpo nos dias posteriores a exemplo do que aconteceu com essas pessoas! Ou talvez não tenha relacionado uma coisa com outra... O mais seguro é que não tenha mesmo tido qualquer ferimento ou marca nos dias posteriores, não me lembro de jamais ter visto algo na minha pele que não tivesse uma explicação.

Depois de ler sobre essas aparições em Colares, comecei a pensar se eu e meu namorado na época não fomos vítimas de algo do tipo...

 

 

 
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