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Entrevista com Fernando Cleto PDF Imprimir E-mail
Por Administrator   
25 de abril de 2007
MILTON ALOÍSIO ENTREVISTA FERNANDO CLETO



 
FERANANDO CLETO

Vou procurar responder da melhor forma as 15 perguntas do nosso dedicado ufólogo. Antes de entrar nas respostas peço aos interessados que anotem o meu site www.cosmologia.com.br  onde poderão encontrar um link para UFOLOGIA . Em  tal  elo será possível encontrar importante material  sobre “discos voadores” no Brasil.
Cabe-me ainda registrar que depois de aposentado do Banco Central do Brasil publiquei em 1979 o livro “Sinais Estranhos” - uma única edição totalmente esgotada. Na ocasião que a Editora fechou, doei os 300 livros que recebi como pagamento de direitos autorais. Nos anos seguintes mandei fazer dezenas de xerocópias para atender a pedido de ufólogos.
Como até hoje recebo ainda pedido, resolvi editar o referido livro na forma virtual *que qualquer um pode possuir sem nenhuma despesa. Lembro ao leitor que o livro emite alguns conceitos que são de 1980 e que ele teve dois motivos principais: revelar 10 anos depois a razão que me levou a escrever “A Bíblia e os Discos Voadores” e também com o 
propósito de deixar um registro, para o futuro de acontecimentos que julguei muito estranhos naquela época.

 

1) Porque o jovem bancário Fernando Cleto resolveu se dedicar à ufologia? Até então como se colocava diante do fenômeno?

 

Em julho de 1948 fiquei profundamente impressionado, mantendo até hoje as imagens na minha mente, quando no Rio de Janeiro (Capital do Brasil) na Enseada de Botafogo vi, de forma clara um objeto que se eu tivesse que dar um nome, daria o de “disco voador”. Meu relato completo está no meu livro “Sinais Estranhos”.
Antes do evento mencionado eu não me preocupava com assunto raramente mencionado em pequenas notas nos jornais. ( Lembro de ter lido apenas uma notinha sobre um objeto
estranho no Peru ou Bolívia).     

 

2) Pelo que se sabe o senhor sempre optou por pesquisar o fenômeno “OVNI” de forma independente nunca tendo se associado a um grupo de pesquisas. Isso é verdade? O que o levou a ter essa atitude?

 

Nunca pensei em criar qualquer grupo de pesquisa e até recusei criar uma nova religião com
terras doadas em Brasília e também no interior do Estado do Rio. No final do meu livro sobre a Bíblia, eu declaro tal impossibilidade de nova religião, e ainda dirijo uma carta ao Conselho Mundial das Igrejas.
É bem verdade que trabalhei muito com Dna. Irene Granchi o CISNE grupo que ela fundou. Fizemos palestras juntos em São Paulo e no Colégio Santo Inácio no rio de Janeiro,
e quando pensávamos diferentes, havia um respeito mútuo dos pontos de vista contrários. Não posso esquecer que numa determinada época fiquei muito impressionado com o grande interesse que um jovem pesquisador mostrou quando fundou um grupo de pesquisa ufológica. Ele muito bem organizado, e intencionado, mandou proposta para que eu entrasse no seu grupo. Entendi que deveria prestigiar o jovem e entrei para o grupo dele. Hoje, com 15 anos já passados Calandra é o Editor de um boletim chamado UFO - INFORME -colorido e bem apresentado.

 

3) O senhor chegou a escrever dois livros sobre Ufologia. Poderia, em breve relato, dizer sobre os mesmos?

 

Sobre Ufologia escrevi três livros:

 

A BÍBLIA E OS DISCOS VOADORES - 1970
SINAIS ESTRANHOS - 1979
QUE CIÊNCIA CONSTRÓI DISCOS VOADORES? -1995
O livro sobre a Bíblia foi o primeiro a abordar o assunto em bloco, analisando todos os livros que formam a Bíblia do Gênese ao Apocalipse e sem pular versículos. Apresentei uma nova forma, não convencional, de interpretar o Livro sagrado respeitando os dogmas da Igreja Católica e oferecendo meu livro àquele que, mais adiante no tempo viria ser o antepenúltimo Papa, quando eu acreditava que meu pensamento poderia ser melhor compreendido. Apontei as ligações existentes no Budismo, Islamismo e Cristianismo para mostrar que um mesmo Deus está por trás das organizações religiosas.
Considerando que a sétima edição do meu livro sobre a Bíblia foi à última e que está esgotada, sinto-me no dever de prestar alguns esclarecimentos sobre algumas particularidades importantes do livro. De 1962 até 1968 fiz várias leituras da Bíblia e em cada leitura cuidando de buscar detalhes sobre assuntos diferentes.  Uma das leituras foi só para ver as formas com que o Deus aparecia. Encontrei “bola de fogo”, “panela incendiada” “vaso descendo do céu” “nuvem compacta” “nuvem tenebrosa” capaz de abrir as águas do Mar Vermelho com a formação de uma parede de cada lado. Fiquei impressionado com o fornecimento, durante 40 anos seguidos, em todas as madrugadas do misterioso maná como que uma ração balanceada para alimentar o povo que Moisés conduzia pelos desertos. Esperaram que os escravos que fugiram do Egito morressem e com seus filhos jovens organizaram um exercito com 800.000 soldados em 12 tribos para invadir o Vale do Cambam. Verifiquei os grandes mistérios com relação ao uso do ferro já que os povos inimigos dos hebreus usavam armas de ferro. quando naves eletromagnéticas do Deus Vivo
ou “Senhor dos Exércitos” usavam o poder de imã em favor de Israel. Onde o Deus de Israel tivesse que chegar para receber oferendas não poderia existir nem pedras cortadas com ferro. O “Tabernáculo Fixo” foi todo feito com pregos de ouro. No “Tabernáculo Móvel” tudo era de ouro, prata e cobre... Tudo indica no Velho Testamento que o Deus de Israel chegava em “engenhos eletromagnéticos” que não poderiam ter contato com ferro. Também aproveitavam que os inimigos de Israel usavam armas de ferro para com muita facilidade ajudar os hebreus das mais diversas formas. No Novo Testamento quando Paulo estava numa prisão preso com grades de ferro e também com correntes de ferro, bastou a chegado de dois “anjos” para que as grades se abrissem misteriosamente e as correntes se soltassem para que anjos e humanos saíssem passeando calmamente da prisão...

 

O segundo livro foi escrito em 1979 para informar aos ufólogos sobre alguns estranhos acontecimentos que ocorreram durante os primeiros anos de minha pesquisa. Dois foram os principais objetivos do livro: deixar um registro para que o futuro pudesse encontrar os estranhos eventos registrados e, o outro, foi o de contar finalmente, nove anos depois a razão que me levou a estudar tão profundamente a Bíblia e outros livros considerados sagrados;
Está tudo registrado no Capítulo 6 “O IMPACTO QUE VEIO DO CÉU” (Ano de 1962).
.
O terceiro livro - “Que Ciência Constrói Discos Voadores”- 1995 foi escrito quando eu procurava me afastar da ufologia que no meu entender estava ficando muito poluída. Mergulhei no estudo da Física Teórica para me distrair quando percebi o que me pareceu à existência de um Movimento Absoluto no Cosmos. Assim depois de discutir dois anos com um importante cientista, fui aconselhado por ele a colocar o meu pensamento em livro. Ele dizia que ninguém poderia destruir a minha idéia e também não poderia confirmar... eu deveria aguardar o futuro do avanço da tecnologia  dos observatórios orbitais..

 

4) Poderia fazer um parâmetro entre a ufologia do passado - da época dos pioneiros pesquisadores - e a atual? Diante de eventual confronto, o que se vislumbra para o futuro das pesquisas?

 


No passado não tínhamos computador e os estudiosos do assunto ou se comunicavam por telefone ou eventualmente em visitas uns aos outros. Surgiram os primeiros agrupamentos e havia muita solidariedade e busca de entendimento. Muitos casos que pareciam verdadeiros
acabavam sendo descobertos e evitados de entrar como verdade na ufologia. Mas, com o tempo, alguns casos de pesquisas mal conduzidas acabaram fazendo parte do assunto e algumas infelizmente permanecem até hoje como verdadeiros. Sobre o que vislumbro para o futuro volto ao meu primeiro livro (1970) quando afirmei que os nossos visitantes alienígenas são agentes do Apocalipse e que jamais farão contato com os nossos governos. Com os seres humanos os contatos ocorrem sempre de acordo com um planejamento deles e só deles cujo objetivo desconheço.

 

5) Em sua opinião, pela ordem, quais são os casos ufológicos de maior importância?

 

O caso da Barra da Tijuca representa, no meu entender, a pedra fundamental da ufologia brasileira. Foi também o primeiro caso estudado secretamente pela FAB - 07/05/1952 e
revelado particularmente durante o inquérito oficial e publicamente no ano de 1959 no programa de televisão “O Enigma do Espaço”.
A verdade é que o acontecimento possui 5fotos muito nítidas, a confirmação de um oficial superior, e algumas testemunhas oculares. Vou considerar também o Caso da Ilha da Trindade - fotos feitas por Baraúna entregues pela Marinha de Guerra ao Presidente JK e da mesa dele saiu para os jornais do Rio de Janeiro.
É importante ressaltar que, em ambos os casos, nas fotos originais aparecem muitas sondas.
dando proteção aos “discos voadores” fotografados nos dois eventos; tudo numa época em que ninguém imaginava a existência de sondas não identificadas ligadas aos Ufos. Vejam no meu site O CASO DA BARRA.
2-Não vou me preocupar com as datas e sim com a importância dos casos. Considero de rara importância o filme da TV Globo que mostra uma sonda atacando de forma militar um avião Tucano da Esquadrilha da Fumaça, cortando-lhe uma asa e derrubando-o no mar.
3- O caso Tiago Machado que levou um raio numa das pernas-com trezentas testemunhas
ouvidas pela FAB, com fotos das marcas no solo feitas por ordem do Coronel da FAB que primeiro chegou de helicóptero. Declaração do médico que tratou a perna do Tiago, e declaração de um Brigadeiro informando inclusive o que declarou o comandante local do.
exercito brasileiro.
4-O caso Vilas Boas (sete tripulantes com capacetes) como no caso de Tiago Machado os tripulantes fora da nave não respiravam o nosso ar. Trata-se de um caso pesquisado por João Martins que pediu a colaboração do médico amigo, Olavo Fontes, para o exame médico. Posteriormente, eu fiz um adendo mostrando uma nave igual tirando um caminhão da estrada em Goiás onde apareceram sete tripulantes; também registrei o evento da presença de uma nave com a mesma característica (forma) sobrevoando a base Aérea de Cumbica com testemunha de um oficial superior. Não posso deixar de registrar a “Operação Prato”, porém sem necessidade de omissão. Considero importante o livro de Daniel Rebisso Giese - OS VAMPIROS EXTRATERRESTRES NA AMAZÔNIA onde os fatos puderam ser contados com transparência total.

 

6) Poderia nos relatar o episódio ocorrido em 24 de outubro de 1954, sobre a Base de Gravataí - RS? Em sua opinião teria sido este o primeiro caso oficialmente assumido pelo governo brasileiro?

 

 


O caso da base aérea de Gravataí. (1954)
Manobra de “corpos estranhos” testemunhados por vários aviadores militares do esquadrão de jatos. Foi assim que uma nota oficial da referida Base Aérea se referiu aos “Objetos Aéreos Não Identificados” - OANIs. A referida nota provocou a abertura do Primeiro
Inquérito Oficial para pesquisar os “discos voadores”. Na oportunidade o Chefe do Inquérito aproveitou para relatar o estudo secreto que havia sido feito em 1952 sobre as fotos de Ed. Keffel. Na ocasião o Chefe do Estado Maior da Aeronáutica declarou publicamente que os fatos eram verdadeiros, mas que só o futuro poderia dizer o que eram aqueles “OANIs”.

 

7) Fale um pouco sobre os programas O “Enigma do Espaço” exibido em 1959, na antiga TV Continental, canal 9 do Rio de Janeiro.

 


Sobre o Programa de Televisão “O Enigma do Espaço” - não desejando tornar muito grande esta resposta peço que o leitor interessado veja no final do meu site www.cosmologia.com.br explicações detalhadas do que foi o referido Programa feito na
TV CONTINENTAL - CANAL 9 - EM 1959.
Quero esclarecer anda que quando fui à residência do Cel. João Adil de Oliveira para perguntar se concordava que eu apresentasse um programa de televisão narrando parte dos acontecimentos que eram do inquérito presidido por ele, tive o prazer de obter sua autorização e muito mais do que eu pretendia, pois o Coronel presenteou-me com os documentos principais declarando que ficariam muito bem guardados em minhas mãos. Ao interessado peço que vejam no meu site, já mencionado, explicações detalhadas do evento. Quero apenas acrescentar que as fotos que recebi não eram retocadas e sim as mesma que serviram para o estudo da FAB. Guardei as referidas fotos muito bem protegidas e raramente procurei examina-las novamente uma vez que eu dispunha das fotos limpas e maquiadas da revista “O Cruzeiro”. Acontece que numa arrumação dos meus arquivos resolvi das uma olhada nelas. Foi quando me deparei com as sondas e de um estudo meu de um filme feito pela TV Tupi em 1957 onde muitas sondas aparecem protegendo uma nave central. (O estudo foi feito somente em 1967, 10 anos depois do filme que estava guardado comigo esperando um momento apropriado, pois não havia como examinar o filme em câmara lenta). Tive que mandar fazer diapositivos de tiras de cerca de 18 quadros, escolhidas das duas mil fotos que o filme possuía. Foi assim que consegui defender a hipótese de sondas em velocidades grandiosas, protegendo sempre uma nave central bem maior. Existe referências no meu referido site em SONDAS.

 

8) É sabido e notório que o senhor defende, ardorosamente, autenticidade do caso Barra da Tijuca, que se refere ás fotos obtidas por Ed Keffel, nas proximidades da Pedra da Gávea, em sete de maio de 1952, mundialmente conhecidas a partir das reportagens de João Martins na antiga Revista “O Cruzeiro”. Quais os motivos que o leva a concluir pela veracidade daquele evento? O que acha das pesquisas modernas que atestam ser aquele caso uma fraude?

Basta o interessado examinar cuidadosamente a primeira foto de Keffel e verificará que numa época em que ninguém imaginava a existência de sondas protetoras das naves principais (meu site mostra vários casos mundiais de um filme do ufólogo Petit). A referida foto mostra dezenas de sondas chegando com o “DISCO” na primeira foto, e depois sempre presentes nas demais. Também já dei algumas explicações na resposta sete (7). Sobre pesquisadores contemporâneos tentando desclassificar o caso, é melhor deixar de lado já que nenhuma dúvida tenho do caso e inclusive recebi aplausos dos melhores Ufólogos brasileiros.

 

 9) Como você acredita que um investigador deve proceder para estudar um caso de ocorrência de Ufo?

Não demonstrar desconfiança e ouvir pacientemente. Depois de escutar todo o caso, fazer perguntas simples, procurando formas diferentes de perguntar à mesma coisa. Pedir desenhos de fatos que julgar importantes. Se possível gravar tudo. Buscar sempre testemunhas do acontecimento, buscar sinais como marcas no solo ou em árvores ou no corpo do declarante. Sou de opinião que um bom pesquisador não deve aceitar nenhum caso que surja em decorrência de uma hipnose. Entendo que a hipnose teria alguma possibilidade de ajudar em casos que são conhecidos ao vivo com testemunhas como o caso Tiago Machado; em verdade seria totalmente desnecessário e até poderia atrapalhar...

 

10) Em seu livro “Sinais Estranhos”, o senhor descreve na companhia de sua esposa um encontra com seres estranhos, no cinema Metro de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ainda acha que se tratavam de extraterrestres? Por quê? Acha-se preparado, presentemente, para manter um efetivo contato com seres extraterrestres? 

Entendo que apenas um deles foi de fato um ser alienígena. No caso seria aquele personagem que depois identifiquei como sendo um clone masculino da estranha mulher de Monte Palomar fotografada por João Martins na Primeira Reunião Mundial de Discos Voadores realizada nos Estados Unidos em Monte Palomar -20-11-1952.
Possivelmente os dois acompanhantes poderiam ser terráqueos manipulados mentalmente por aquele ser alienígena cujo poder me pareceu alguma coisa grandiosa demais. O caso está bem narrado no meu livro “Sinais Estranhos”. Algumas curiosidades prosseguem no Capítulo 4 - “Informe sobre o homem que teria ido a outro planeta”. Em verdade nunca desejei encontro com UFO e seus tripulantes. Se tal coisa estiver na minha rota gostaria que fosse a forma de visita no meu meio ambiente (residência). Assim como existe uma síndrome do astronauta que visita a Lua e volta com a Bíblia nas mãos creio que existe uma síndrome do UFO que modifica a personalidade da criatura humana que tem contato de 1º grau

 

11) Poderia nos falar dos objetivos de seu site www.cosmologia.com.br ?

Durante todos os meus 58 anos de pesquisa dos “discos voadores” eu estudei concomitantemente filosofia, história, religiões e em especial a física teórica. Einstein tornou-se para mim uma paixão. Na ocasião que senti a ufologia ficando muito poluída resolvi escrever “Que Ciência Constrói Discos Voadores” misturando ufologia com cosmologia para testar uma idéia nova que sugere a existência de um movimento absoluto no Universo. Até hoje ninguém conseguiu abalar tal pensamento. O livro foi escrito por sugestão de um cientista com o qual discuti o assunto dois anos; ele não sabia que eu era ufólogo e eu usei a ufologia para divulgação por ser o assunto do meu domínio. No meio do livro deixei registrado o meu pensamento. Foi quando resolvi fazer o meu site sobre cosmologia e ir deixando a ufologia de lado. Posteriormente em 2003 escrevi o livro BANG que está no meu site e onde registrei outros estudos.

 

12) O que o senhor acha da qualidade da ufologia brasileira, especificamente.

 

Penso que ela examinada globalmente vai bem. No entanto poderia ser melhor, e mais limpa, se os ufólogos mais sérios e responsáveis promovessem uma reunião fechada para reexaminar alguns casos que não são verdadeiros e que tanto prejudicam a nossa ufologia. São positivamente eventos falsos que aparecem em conferências, na mídia, e, em livros, e que positivamente são inverdades que perduram por ter faltado critério sério no passado e no momento que surgiram. Sei que muitos ufólogos conseguiram evitar outros casos que poderiam estar hoje entre os falsos.

 

13) Dos casos que o senhor investigou qual o que mais lhe convenceu da existência de seres extraterrestres?

O estudo que fiz da Bíblia e outras religiões, durante oito anos, foi à documentação que mais me convenceu da existência de seres extraterrestres. Muitos casos contemporâneos são também de grande importância como, por exemplo, o caso Tiago Machado ocorrido em Pirassununga quando a FAB interrogou 300 testemunhas, ocorreu depoimento do médico que examinou a perna do jovem, fotos providenciado pelo Coronel que primeiro chegou de helicóptero, investigação de dois jornalistas, depoimento de um Brigadeiro, etc. Não investiguei pessoalmente, mas é válido mencionar as fotos de Baraúna feitas na Ilha da Trindade...

 

14) O que o diria a um jovem que quisesse iniciar-se na ufologia como investigador?

 

Qualquer estreante, jovem ou idoso, deve pesquisar os acontecimentos usando sempre a dúvida como ponto de equilíbrio. Não deve ter a menor preocupação em aparecer e só divulgar sua pesquisa quando estiver certo de sua autenticidade. Em casos especiais onde existem dúvidas o evento pode ser narrado desde que às dúvidas sejam mencionadas.

 

15) Poderia o senhor deixar uma mensagem para todos do CUB e demais colegas da ufologia?

Trata-se de um pedido muito difícil de responder já que a ufologia hoje possui algumas correntes opostas e marcantes. Uma muito objetiva no sentido científico e outras dentro do espiritualismo com subdivisões provocando divisões entre os místicos. Recentemente escutei um programa de rádio onde um cidadão defendia a existência de cidades e habitantes no planeta Marte. Sustentava que nossas sondas não poderiam registrar àquelas presenças porque tudo existe lá numa vibração diferente da nossa... Se não posso aceitar idéias assim como deixar uma mensagem global para os ufólogos?  

Fernando Cleto Nunes Pereira

 

Última Atualização ( 25 de abril de 2007 )
 
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